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Zuim se propõe a oferecer às escolas um segmento especial de apreciação musical para alunos do ensino básico e médio, em conformidade com a legislação que obriga a inclusão do ensino de música no currículo. Assim, qualquer escola proprietária de um computador pode proporcionar a seus alunos o acesso a essa área do podcast em hora conveniente. Escolhemos, a princípio, 50 músicas produzidas entre o fim do século XIX e os dias de hoje e pretendemos contar ao estudante a história da nossa música de forma dinâmica, interessante e agradável. O conteúdo está sendo preparado e será publicado em breve.
A Lei n. 11.769, que estabelece a obrigatoriedade do ensino de música na escola, suscita algumas discussões relevantes:
Como cumpri-la na prática? Como fazer para atender a essa determinação nos casos em que não há formação para professores de música? E como tornar interessantes as aulas de uma escola que não dispõe de instrumentos musicais, sendo obrigada a dar só aulas teóricas? Podemos chamar momentos de apreciação musical de “aula de música”? Qual é o objetivo do ensino de música na escola?
Respondendo à obrigatoriedade do ensino de música na escola, Zuim se propõe a oferecer um segmento de apreciação musical para jovens, possibilitando a qualquer escola proprietária de um computador, usufruir do podcast em momento conveniente. O objetivo consiste em oferecer um repertório essencial do cancioneiro popular brasileiro para a apreciação do aluno do ensino médio.
Em recente fórum organizado pelo Instituto Arte na Escola, o professor Guilherme Romanelli, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), com experiência nas áreas de Educação Musical, Formação de Professores, Resgate da Música Popular e Construção de Instrumentos, apresentou as seguintes questões:
“Como é possível seduzir os alunos para os exemplos musicais trazidos para a sala de aula apenas com um pequeno aparelho de som portátil?”. “É possível dar aulas de música sem instrumentos musicais?”
Este podcast acredita que sim. Zuim aposta na “sedução musical” exercida por um programa dinâmico de apreciação musical e assim se propõe a contribuir com a apresentação da série MÚSICA NA ESCOLA. Acreditamos que a escola não é o único lugar onde a criança tem contato com a música, mas certamente é o lugar onde a criança pode conhecer músicas diferentes do que está habituada a ouvir no seu cotidiano.
Muitas das músicas que escutamos nas rádios hoje fazem parte de pacotes promocionais de gravadoras, ou seja, são pagas para estarem ali. Trata-se de músicas geralmente efêmeras, que desaparecerão quando o gênero a que pertencem deixar de ser modismo. Os alunos que dependem da programação atual das rádios para construir seu gosto e conhecimento musical têm sido bastante prejudicados. Achamos, portanto, que a escola pode funcionar como agente enriquecedor das possibilidades de escolha de fruição desses jovens.
MÚSICA NA ESCOLA é uma série composta de um número limitado de episódios. Escolhemos 50 canções para construir a linha do tempo que nos levará a uma viagem de mais de um século pela história de nossa música popular. São momentos de apreciação musical que variam casualmente em sua forma de apresentação. Algumas canções aparecem em mais de uma versão; a intenção é a de mostrar a “modernidade” de certas músicas e o quanto elas atravessaram bem o tempo. Pretendemos evidenciar também, nas variadas interpretações, a riqueza musical de certas composições e as possibilidades de criação e renovação que oferecem.
MUSIC IN THE SCHOOL
Law no. 11.769 states that schools must teach music and this brings up some interesting points for discussion: How to do this in practice? How can this law be complied with in cases where there is no training for music teachers? And how can classes be made interesting at a school that doesn’t have musical instruments, and is thus restricted to give theoretical classes? Can we call musical appreciation “music class?” What is the objective of teaching music in school? In order to meet the requirements for teaching music in school, Zuim is proposing a music appreciation segment for young people, making it possible for any school that has a computer to use its podcast whenever it is convenient. The objective is to offer an essential repertoire of Brazilian popular music for the pleasure of students at the secondary education level. In a recent forum organized by the Arte na Escola Institute, professor Guilherme Romanelli, of the Federal University of Paraná (UFPR), who is experienced in Music Education, Teacher Training, Popular Music Revival and Instrument Building, posed the following questions: “How can we get students interested in musical examples brought to the classroom using only a small portable listening device?” “Is it possible to have music classes without musical instruments?”
This podcast believes it is. Zuim thinks students can be “seduced” through a dynamic program of music appreciation and thus it is proposing to contribute to this end with its MUSIC IN THE SCHOOL series. We believe that school is not the only place where children come into contact with music, but it is surely a place where children can learn about different types of music than what they usually hear every day. Many of the songs we hear on the radio today are part of promotional packages from recording labels, in other words, the labels pay for them to be played. These are usually short-lived hits, which disappear as soon as their genre falls out of fashion. The students that depend on today’s radio programming to build their musical tastes and knowledge have been substantially disadvantaged. However, we feel that the school can act as an agent for enriching these young people’s chances for enjoyment.
MUSIC IN THE SCHOOL is a series composed of a limited number of episodes. We have chosen 50 songs to build a timeline that will take us on a trip through over a century of the history of Brazilian popular music. These are moments of music enjoyment that vary informally in the way they are presented. Some songs appear in more than one reading; the intent is to demonstrate the “modernity” of certain songs and how they have weathered time well. We also intend to show, in the many different interpretations, the musical wealth of certain compositions and the possibilities for creation and renovation that they offer.
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